SOB CUSTÓDIA - Um tributo ao Rei Rubro-negro

03/03/2013 13:55

 

Não dá para deixar passar. Zico completa sessenta anos hoje, dia de Flamengo e Botafogo. O galinho, que na infância viu Nilton Santos, Garrincha, Quarentinha e Paulo Cesar Caju acabarem com o mengão, cresceu, ganhou o Rio, ganhou o Brasil, a América e o Mundo.

Mesmo quem não é flamenguista, ou do Rio de Janeiro, mesmo até aqueles que nunca viram Zico jogar ao vivo (salvo as peladas de fim de ano), estão carecas de saber da história do maior ídolo que já reinou na Gávea. Com Arthur, o Flamengo foi mais. Venceu tudo, venceu todos. Transformou a maior torcida do mundo na mais vitoriosa também. No Japão, foi um verdadeiro Deus, revolucionando e popularizando o futebol praticado em terras nipônicas.

Não importa o pênalti perdido contra a França.  Pouco importa se ele nunca ganhou uma Copa do Mundo. Zico foi grande, imenso. Era o dono da bola na segunda seleção brasileira de todos os tempos. Se não existisse Paolo Rossi, seria a seleção de 1970 a melhor da história? Ou o meio campo formado por Clodoaldo, Rivellino, Gérson e Pelé dividiria o coração dos brasileiros com o formado por Falcão, Cerezo, Sócrates e Zico?

Os deuses do futebol, apesar de sábios, também cometem erros. Rivellino nunca pode gritar “é campeão” pelo Corinthians. Zidane não conseguiu encerrar a carreira como um bicampeão mundial. Heleno não conseguiu ser campeão pelo Botafogo. Zico, logo ele, o galinho de Quintino, não ganhou nem um mundial por seu país.

Não se preocupe Zico, a seleção de 1982 já está eternizada na história. A seleção de 1986 também conta com o carinho do povo. Em 1978, os argentinos fizeram de tudo para levantar a taça. Não esquente galinho, você é um craque. Muito melhor que Paolo Rossi. Muito melhor que muita estrela por aí.

Zico é gigante. Zico é Flamengo. Zico é eterno.

 

 


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